domingo, 24 de agosto de 2008

Quando Nietzsche Chorou


colando o que escrevi quando li o livro em : 30/06/2008:

Já fazem algumas semanas que comecei a ler "Quando Nietzsche Chorou". A leitura não estava empolgante no inicio, razão das semanas sem tê-lo acabado. Agora... creio que amanhã terei terminado. A coisa começou a ficar interessante! Deu vontade até de vir a net pesquisar um pouco sobre Brauer, Nietzsche e Freud... e, sobre a obra: "humano, demasiadamente humano".

Senti uma pontinha de arrependimento de não ter estudado psicologia que tanto me interessa...

Depois, quando terminei em 30/06/2008:

Terminei de ler Quando Nietzsche chorou.
ótimas frases para reflexão, mas às vezes no meio de nebulosos longos páragrafros com bastante filosofia. O que tornava meio difícil a compreensão de alguns trechos. Em alguns, era necessário parar e reler a frase umas três vezes. E não é para menos já que as discursões aconteciam ficticiamente entre Brouer e Nietzsche. Mesmo assim, foi mais prazeroso do que no começo do curso de direito, naquela inesquecível matéria de sociologia ( cuja eu reprovei, por isso é inesquecivel ), onde o professor tinha sotaque nordestino, porém falava sofisticado demasiadamente, o que atrapalhava a compreensão ( boa desculpa para reprovar ).

Sentença de granito de Nietzsche: " Torma-te quem tu és." ( Acho que na verdade não é de Nietzsche essa frase, mas ele deve ter citado-a várias vezes em seus livros e ele acabou postumamente com os créditos dela ).

Várias outras passagens são deveras interessante. Sobretudo para mim, que tenho curiosidades em relação a psicanálise e Freud.

Nenhum comentário: